CARRIE, A ESTRANHA

O filme tem boas qualidades: a cena de abertura é realmente forte, inovadora em relação ao original, e mostra que a diretora vai investir em um viés psicanalítico (a relação mãe-filha, a automutilação da mãe, a sexualidade dos jovens da escola) ao invés de propriamente sobrenatural. Mas a versão contemporânea erra ao deixar o espectador ver […]

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