GLORIA BELL

O que falar de Julianne Moore? Somente que ela sabe escolher seus filmes, ela sabe interpretar como ninguém e nos deixa hipnotizados ao vê-la.

Ela é uma mulher que passa sua meia-idade dançando em discotecas, que trabalha atrás de uma mesa de escritório, que não ganha mais tanta atenção dos filhos agora adultos. Ela também não parece se dar muita coisa, mas ainda assim continua serena, cantando junto aos antigos hits que tocam no rádio de seu carro. Sua vida muda após o início de um novo relacionamento.

Este filme é a versão americana do chileno Gloria, aqui também dirigido por Sebastián Lelio, que mantém a beleza da história e todo o poder que essa mulher exerce sobre nós. A música faz parte desta viagem, pois é com ela que a personalidade da personagem se torna mais clara para nós.

Ao final aprendemos mais, com Glória e sua força de vida, do que imaginamos.

“Mal sabe ela e mal sabemos nós o brilho que testemunharemos emanar dessa mulher – e do filme que carrega seu nome”. Observatório do Cinema

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