A MULA

Mais uma vez temos a nossa frente uma um magnífico Clint Eastwood. Sua direção e o escolhido roteiro para seus filmes nunca são previsíveis, além de resgatar sempre boas atuações de quem trabalha em suas obras.

Aqui, um homem de quase 90 anos com problemas econômicos aceita trabalhar no transporte de drogas para um cartel mexicano em Illinois. Com o dinheiro, ele tenta remendar as frágeis relações com a família, que sempre renegou em prol do trabalho. Porém um agente da Narcóticos o acompanha nesta jornada, fazendo com que haja uma lição de vida para ambos.

Sobre Clint Eastwood não há muito o que falar, é sempre prazeroso assistir um filme dirigido e atuado por ele. O destaque vai para a Dianne Wiest, perfeita no papel da esposa do personagem protagonista Earl.

“Clint consegue fazer um filme que soa quase como um estudo do gênero, pois ao infiltrar-se como elemento estranho naquele mundo consegue reverter os clichês do gênero ao mesmo tempo em que segue suas estruturas arquetípicas”. Cineplayers

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