120 BATIMENTOS POR MINUTO

Este filme francês é um dos mais premiados filme do ano de 2017, aqui, na França dos anos 1990, o grupo ativista Act Up intensifica seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento da aids no país. A história se passa em meio a vida dos ativistas, seus medos, luta pela vida, preconceitos e romances.

O filme é intenso, triste e uma grande obra do diretor Robin Campillo. O retrato da geração dos anos 1980 e 1990 está estampado de forma magistral, sem pudores e com atuações excelentes, justamente pelo peso que os pacientes carregavam todos os dias, na busca de poder ter acesso aos remédios que darão novas perspectivas aos portadores de HIV, os quais a indústria farmacêutica deliberava quando e como lançar.

O olhar humano do diretor é o maior destaque, foi isso que permitiu que os atores se entregassem totalmente. Em certo ponto se torna lento, mas em nada tira o valor da história aqui registrada.

“Apesar da especificidade histórica, “120 Batimentos por Minuto” não parece um boletim do passado. […] Os personagens são tão vívidos, reais e familiares que é impossível pensar em seus percalços – ou, em alguns casos, suas mortes – se desdobrando em qualquer tempo além do presente”. New York Times

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