50 TONS MAIS ESCUROS

Sem dúvida os produtores da franquia resolveram acertar o “tom” nesta sequencia, trazem cenas mais picantes, sedutoras e com trilha sonora muito mais instigadora. O complicado romance de Christian Grey  e Anastasia Steele  traz cenas de arrepiar seja pela tensão, seja pela sensualidade, a qual cresce com o envolvimento do casal na trama.

Não chega a ser uma obra-prima, mas vale cada segundo para os fãs da adaptação ao cinema. Há muito sexo no livro, assim como há no filme, mas os produtores precisam cortar algumas coisas para o filme não pegar uma classificação muito alta. A conexão entre os atores se mostra mais presente, provavelmente por já se conhecerem e terem deixado rolar uma cumplicidade maior nos bastidores, o que refletiu em cena.

Falando de um lado mais técnico, o roteiro (assim como o livro) é um conto de fadas erótico, há o príncipe, a princesa, os vilões e um final condizente com este perfil. Ambos são atores bem medianos, porém são reforçados pela sua beleza, uma boa fotografia e uma trilha sonora que apimenta os sentidos do espectador. Mas isso tudo a gente já sabia que teria né?

“E, ainda assim, mesmo com todas as deficiências estruturais e psicológicas do filme, é difícil não gostar de “Cinquenta Tons Mais Escuros” em seus próprios termos absurdos e limitados”. Variety

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