SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE

Conor, que é “um garoto velho demais para ser uma criança e jovem demais para ser um homem”, passa por um momento crítico: sua mãe tem uma doença terminal. A situação exige mudanças, já que ela está cada vez menos apta para cuidar dele, seu pai ausente não pode acolhê-lo e a avó, com quem ele provavelmente terá que morar, é uma estranha. Pra piorar, todo dia de aula é uma tortura pelo bullying.

Este é o roteiro de descoberta, onde o personagem principal irá encontrar forças para se descobrir um homem e conviver com as dores da vida. Não há como deixar de se emocionar em quase toda a trama, cada cena toca de forma diferente o espectador, seja na empatia com sua própria vida ou com de alguém próximo.

A direção é primorosa, assim como a atuação de todo o elenco. A maturidade das ótimas Sigourney Weaver e Felicity Jones, a intensidade de Liam  Neeson, mas especialmente o garoto Lewis MacDougall, o qual dá um show em cada cena. O cuidado com o roteiro bem amarrado (afinal é uma adaptação do livro homônimo) faz com que todas as cenas sejam importantes, não havendo desperdício na montagem final. A fotografia melancólica retrata bem o clima da trama.

“Sete Minutos Depois da Meia-Noite vai se comunicar com qualquer um que tenha lutado contra uma perda, contra a dor do luto, ou passado por dificuldades contra as crueldades do mundo”. The Playlist

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