HORAS DECISIVAS

Fevereiro de 1952. Uma tempestade de enormes proporções atingiu Nova Inglaterra, no Nordeste dos EUA. O “SS Pendleton”, um petroleiro T-2 com destino a Boston, com mais de 30 marinheiros dentro, é literalmente partido ao meio. Quando a notícia chega à estação da Guarda Costeira, em Chatham, Massachusetts, o subtenente Daniel Cluff ordena uma arriscada operação de resgate. Apesar de todas as dificuldades e da consciência do enorme risco para as suas vidas, quatro homens entram num pequeno barco salva-vidas e enfrentam o mar, salvando-os de uma morte certa.

O longa está longe de ser o melhor filme do ano, mas também não é o pior,  com tomadas repletas de tensão e até consegue emocionar o espectador em um momento aqui acolá.

Pine é um ator competente, mas se mostra muito deslocado na pele de Bernie. O restante do elenco não atrapalha, cabendo destaque apenas para a atuação de Casey Affleck, que traz sua intensidade tradicional para o papel.

“O mundo poderia se beneficiar de mais fábulas de heroísmo altruísta, mas “Horas Decisivas” serve apenas como uma emoção passageira que não possui a força de levar o público às lágrimas, pois parece uma versão convencional desta incrível missão de resgate”. Collider

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