A DAMA DOURADA

A cinebiografia “A Dama Dourada” é baseada em um caso extraordinário, retratando a trajetória de uma pessoa comum que vence uma estrutura muito mais poderosa do que ela. No caso, a austríaca Maria Altmann decide atacar o governo de seu país na justiça, para reaver o quadro “Woman in Gold”, de Gustav Klimt, que foi roubado de sua casa durante a invasão dos nazistas. Quem ajuda esta mulher é um advogado igualmente comum e despreparado para uma tarefa tão grande: o jovem Randol Schoenberg.

O filme mescla cenas do período próximo ao caso na justiça(1998) e cenas antigas, contando a história de Maria e sua família. Nessas cenas antigas é dado destaque ao drama e à emoção, para mostrar que a personagem teve razão em querer o quadro de volta. Como o filme deixa claro, Maria não queria o quadro por causa do seu valor monetário, e sim por causa do seu valor sentimental. A sua tia Adele, que é retratada no quadro “A Dama Dourada”, foi a sua figura materna, e por isso ela tem muito carinho por ela.

“Um grande acerto do filme está em manter o passo da narrativa histórica, introduzindo flashbacks precisos para retratar a ascensão e queda dos Bloch-Bauer e as dolorosas escolhas da jovem Maria.” CineWeb

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