CIDADES DE PAPEL

O  resultado é uma produção, acima de tudo, honesta – sobretudo se comparada com outros filmes direcionados ao mesmo público.

Margo se muda para a casa ao lado de Quentin quando eles ainda são crianças. Rapidamente, os dois ficam amigos e ele passa a alimentar uma paixão platônica pela garota, meio maluquinha. Mas, ao longo dos anos, eles acabam se afastando. Tudo muda numa bela noite em que ela invade o quarto do rapaz, na calada da noite, para pedir a ajuda dele para executar um elaborado plano de vingança. Apesar de ser um cara certinho, ele topa. Acontece que M. desaparece do mapa (literalmente) no dia seguinte, mas não sem deixar pistas. Com a ajuda dos amigos, ele embarca em uma espécie de road trip no encalço do mistério Margo.

O filme atualiza as referências à cultura pop de “Cidades de Papel”, o livro (lançado nos Estados Unidos em 2008), mantendo a essência dos personagens bem construídos e divertidos, e apostando em uma história que, apesar de tomar um rumo diferente, o faz de maneira justificada.

“Cidades de Papel é um filme muito melhor que “A Culpa é das Estrelas”: menos melodramático e mais afetuoso, e habitado por personagens que não são apresentados como paradigmas da virtude do câncer, e sim pessoas comuns, com falhas, marcadas pelas pressões sociais e ansiedades sexuais da adolescência.” Variety

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