MINHA QUERIDA DAMA

Pelo elenco e a relação entre os personagens, pode se dizer que Minha Querida Dama é um filme sobre reencontro. O protagonista é um homem decadente (Kevin Kline), que vai a Paris cuidar de pendências de herança. Na Cidade Luz, se apaixona por outra alma atormentada (Kristin Scott Thomas) e encontra sua verdadeira história.

É um roteiro feito a partir de uma peculiaridade francesa: a existência do viager, possibilidade de vender um imóvel mas apenas deixá-lo após sua morte (e ainda receber do comprador uma “mesada” até que isto aconteça). A inusitada situação é uma grande aposta: pode baratear muito o preço do imóvel, caso o antigo dono não demore muito a falecer, ao mesmo tempo em que permite que o local seja aproveitado por quem o vende ao longo de toda a sua vida. Entretanto, no decorrer da narrativa, o longa-metragem revela uma profundidade inesperada, em parte influenciada pelo lado libertário da revolução sexual, que o torna maior do uma mera curiosidade legal.

“Minha Querida Dama tem a essência teatral arejada por belos tours parisienses. Como ponto alto, mais uma soberba atuação da incansável Maggie Smith ao lado de um inspirado e maduro Kevin Kline seguido de perto por Kristin Scott Thomas. Recomenda-se ficar até o final dos créditos.” O Globo

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