O ÚLTIMO ATO

um filme irregular cujo maior interesse se dá pela presença do elenco principal, onde Pacino desta vez dá vida a um astro do teatro, que um dia simplesmente desiste da profissão. Estressado, se interna em uma clínica psiquiátrica e passa a ter sessões regulares com um terapeuta via Skype. Ao sair, reencontra a filha de um grande amigo, bem mais nova que ele. A paixonite que nutria desde criança a faz com que jogue tudo para o alto, inclusive sua atual preferência sexual, para embarcar na realização do antigo sonho. Só que ele, décadas mais velho, passa a cada vez mais ter medo de perdê-la.

O desfecho pra lá de exagerado até é condizente com o que o personagem principal representa, mas não deixa de ser também uma supervalorização excessiva da situação vivenciada.

“O filme é muito perspicaz para ser classificado como lamúria, mas debaixo do tom cômico há muita raiva e desespero.” New York Times

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