À PROCURA

Temos a mania de achar que queremos que todos os filmes tenham um final feliz – mas não queremos, de verdade. Ver uma história em que tudo (absolutamente tudo) acontece conforme o previsto, e em que tudo dá certo no final, pode ser tão decepcionante quanto ver seu personagem favorito morrer lá pela metade do filme. Histórias, afinal, são feitas para provocar emoções, não evitá-las.

Ryan Reynolds é o protagonista, Matthew, um pai que perde a filha ao parar na estrada para lhe comprar uma torta. Não há mistério sobre o paradeiro da menina – nós a vemos em cativeiro, morando com um homem que se excita ao ouvir suas histórias.

A trama é contada em pedaços, saltando do presente para o passado e de um personagem a outro propositalmente sem ordem. O espectador em pouco tempo monta o quebra-cabeças, sem lacunas. Se sabemos o que aconteceu, então resta descobrir como a polícia descobrirá, ou não, esses fatos.

“Em outras mãos, “À Procura” seria apenas um thriller psicológico sem maiores implicações. Com Egoyan, cineasta que tem seu clube de fãs, mas também detratores, o formato recebe um traço de originalidade. A sequência de fatos é embaralhada e nunca se sabe direito quem pode estar implicado no crime”. O Estado de São Paulo

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