AMAR, BEBER E CANTAR

Diretor morreu em março passado; longa foi premiado no Festival de Berlim.
Roteiro é sobre peça dentro do filme ensaiada por um grupo de amigos. É o último filme do cineasta Alain Resnais.

O filme começa com o médico Colin deixando a notícia de sua doença escapar para sua mulher, a espevitada Kathryn. A notícia logo se espalha, e o casal Tamara e Jack se desesperam com a iminente morte do amigo, passando a demonizar Monica, ex-mulher de George, que agora vive com Simeon.

A trama transita entre lembranças do grupo de personagens sobre George, planos para o futuro (com ou sem ele) e o pré e pós-ensaio da peça na qual alguma dessas pessoas atuarão. É nas crises, obviamente, que o cineasta encontra o material mais produtivo para “Amar, Beber e Cantar”. A doença e George e sua morte num horizonte próximo são os catalisadores para as discussões entre o pequeno grupo e possíveis mudanças em suas vidas e relacionamentos.

“Um filme de estranha leveza, que parece dirigido por um jovem e não por um senhor de mais de 90 anos. Resnais […] escolheu a sabedoria da leveza para dar as pinceladas finais em sua passagem pela vida e pela história do cinema. É brilhante”. Estado de São Paulo

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