O TEOREMA ZERO

É apresentado um extravagante e possível futuro próximo, onde as pessoas cada vez mais se comunicam através de aparelhos tecnológicos.

A quase inexistência das relações humanas fica explícita de várias formas, seja pela dificuldade do chefe de Qohen em lembrar de seu nome ou nas roupas espalhafatosas que os personagens usam em uma festa, se travestindo em outras pessoas para que se possa aparentar alguma alegria.

“O Teorema Zero”  tem a marca característica do diretor e aborda questões existências que ele tanto gosta. O roteiro (ou montagem) se torna cansativo e lento ao longo do filme, mas nada que a atuação impecável de Waltz não resolva.

“Exuberante em sua cenografia, capaz de amontoar quinquilharias tecnológicas e delas construir uma paisagem sufocante, “O Teorema Zero” traz, na forma, a assinatura autoral de Terry Gilliam. Sua marca transparece em uma direção de arte hipercarregada de cores, sombras e elementos, como se vê nas ruas apinhadas de néon por onde Qohen Leth, o protagonista, passa.” O Globo

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