MALÉVOLA

Por um lado, é a história bem conhecida da “Bela Adormecida”, com os mesmos elementos consagrados (maldição da vilã, dedo espetado, sono da princesa, beijo salvador), mas acima de tudo é um filme sobre mulheres poderosas, muito distantes da donzela em perigo.

Angelina Jolie está fascinante no papel. Seja antes ou depois da maldade, ela encarna com naturalidade o grande poder de Malévola, mostrando uma mulher imponente e decidida, de beleza singular, que coloca todos a seus pés com poucas palavras ou apenas gestos grandiosos.

Se Malévola enfrenta reis e soldados para proteger seu reino fantástico, a jovem Aurora também é uma garota de iniciativa, que toma suas próprias decisões e sela seu próprio destino, sem ser apenas um joguete de outras forças, como a personagem do filme original.

Malévola é cheio de efeitos, mas são ferramentas para contar a história. A releitura de Stromberg consiste em reverter sentimentos. Num mundo dividido por conflitos, a ideia (revolucionária?) de Malévola é que o amor pode estar onde você menos espera. Ou seja, existe esperança.

“Essa costura bem cuidadosa de uma vilã clássica transformada em heroína, vítima de um universo masculino impiedoso, traz ainda uma outra abordagem do conceito de “amor verdadeiro”. Os trunfos de “Malévola” se concentram — sobretudo para o público adulto — nessas variações em torno da trama clássica”. O Globo

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